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Joseph Maluta Ministry

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A tecnologia tem evoluído tão rapidamente neste último século que a

maioria das pessoas não consegue manter o passo. Já ouvi alguns dizendo:

“ah, já estou ficando velho, acho que vou ficar para trás” pela simples fadiga

de compreender o que importantes inovações oferecem no futuro. Todavia, o

conhecimento acertado de como essas tecnologias podem mudar nossas

vidas, a forma de nos relacionar com o mundo, com as pessoas, e até

mesmo com nossas profissões num futuro próximo, se faz fundamental.

Por negligência em preverem como essas novas tecnologias iriam mudar

tão drasticamente o curso do mercado, por exemplo, grandes empresas

“pararam no tempo” e faliram, algumas tornaram-se completamente

obsoletas.

A Kodak era a empresa que dominava com muita folga os seus

segmentos. Para se ter uma ideia, só nos Estados Unidos, em 1976, a

Kodak vendia 85% das câmeras e 90% dos filmes. Em todo o mundo, as

porcentagens eram superiores a 50%. O grande problema é que a empresa

não aderiu a tempo ao mercado digital e sofreu uma crise tão dilacerante que

teve que decretar falência em 2012, apesar de ter continuado suas atividades

de forma bem mais reduzida. Primeiro as câmeras digitais e, na sequência, o

avanço e sofisticação dos smartphones dominaram completamente o

mercado.

Se você nasceu na década de 90 ou antes, poderá ainda trazer à memória

o fax, o disco de vinil, o toca fitas, o telegrama, a fita k7 e outros dispositivos

que se tornaram arcaicos. A revolução em tecnologia digital e

telecomunicações foi o ponto de partida do grande rompimento com a velha

forma de nos comunicarmos e também de entretenimento.

Ainda em países mais atrasados, como o Nepal, por exemplo, não é

possível o pagamento de contas via sistema bancário. Antes do grande

avanço tecnológico do sistema financeiro, podemos nos lembrar de um

passado não tão distante em que contas eram pagas apenas nos bancos e

os recibos registrados nas cadernetas. Não havia cartão de crédito ou débito.

Diante desse quadro de vultuosa e frenética transformação, o meu desejo

é abrir para o leitor, de forma especial, uma janela para a grande inovação no

mercado financeiro que está para mudar ainda mais o curso das relações

monetárias nos próximos anos. Sim, é isso mesmo, daqui poucos anos pode

ser que você não tenha mais conta em um banco, como o faz hoje.

De modo semelhante à mudança das longas filas em caixas para o

pagamento via online banking, pode ser que a forma como nós guardamos e

investimos nosso dinheiro, compramos e vendemos hoje seja substituída por

outro modelo mais simples, eficaz e globalizado.

A tecnologia das criptomoedas chegou para ficar, descentralizar e

revolucionar as relações financeiras entre indivíduos, empresas, organizações

e países. Tem-se provado cada vez mais que não é uma bolha especulativa,

mas o dinheiro do futuro.

Previamente à compreensão dessa tecnologia que vai romper com a

configuração e funcionamento do sistema financeiro e monetário atual,

gostaria de fazer uma breve exposição sobre o conceito basilar que amplifica

nosso campo de entendimento sobre o tema.

Porque essa tecnologia não se projeta somente como uma inovação que

pode facilitar nossas vidas, mas trata-se de algo que terá um impacto muito

mais profundo.

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